Como aumentar resiliência e disponibilidade com cibersegurança?
Muita empresa fala sobre segurança da informação, mas poucas conseguem transformar isso em continuidade de negócio. O motivo? Grande parte ainda trata a cibersegurança como ferramenta isolada ou como “time que bloqueia”, e não como parte estratégica da operação que sustenta disponibilidade, reputação e receita. Neste artigo, vamos mostrar o que realmente diferencia uma estrutura […]
Muita empresa fala sobre segurança da informação, mas poucas conseguem transformar isso em continuidade de negócio. O motivo?
Grande parte ainda trata a cibersegurança como ferramenta isolada ou como “time que bloqueia”, e não como parte estratégica da operação que sustenta disponibilidade, reputação e receita.
Neste artigo, vamos mostrar o que realmente diferencia uma estrutura de cibersegurança madura de um conjunto de ferramentas desconectadas. E como automação, inteligência artificial e integração entre times podem mudar o jogo.
O que muda quando sua empresa é 24×7?
Empresas que operam 24 horas por dia não têm margem para erro. Não existe “horário comercial” para incidentes, nem espaço para testes mal planejados. Ambientes híbridos, multicloud, sistemas legados e áreas técnicas altamente especializadas tornam o cenário ainda mais desafiador.
Como foi destacado no InsightCast: “Não adianta querer entrar num mundo desse empurrando solução padrão. Segurança precisa ter versatilidade.”
Ou seja, proteger não é simplesmente aplicar tecnologia tradicional, é entender profundamente o ambiente antes de agir.
Veja também: Quais erros de segurança mais comuns colocam empresas em risco de ataques?
Qual o erro de aplicar segurança sem entender o negócio?
Tratar segurança como algo separado da operação é o erro que mais compromete a resiliência. Em ambientes complexos, a pergunta não é apenas “como proteger?”, mas sim “como proteger sem parar o negócio?”.
Como destacado no episódio do InsightCast:
“Segurança da informação precisa ser habilitadora. A gente está aqui para ajudar o negócio a acontecer de forma protegida.”
Quando a segurança é vista como bloqueio, ela perde força, quando é vista como habilitadora, ela ganha apoio estratégico.
O que diferencia uma operação de cibersegurança madura?
Operações maduras não acumulam ferramentas, elas estruturam processos com propósito.
Um exemplo prático compartilhado pelo Diego Piffaretti, Tech Lead Red Team e CTI da Globo, foi a automação no tratamento de phishing, que reduziu 70% dos tickets do SOC. O processo deixou de ser manual, repetitivo e sujeito a erro, passando a ser automatizado e complementado por inteligência artificial.
Além do ganho operacional, há um ganho estratégico claro: “A diferença entre 1 minuto e 5 minutos pode ser decisiva para impedir um ataque.”
Qual o papel da cultura e da liderança na segurança?
Quando a liderança assume publicamente a importância do tema, a cultura muda. MFA deixa de ser incômodo e passa a ser padrão.
Sem apoio estratégico, a segurança vira disputa interna,e com apoio estratégico, vira prioridade organizacional.
Resiliência não é apenas tecnologia, é decisão de gestão.
Leia mais em: Quais tecnologias de segurança são usadas em Data Centers modernos?
Segurança é sobre continuidade.
Automação, inteligência artificial, integração entre times e apoio da liderança formam o conjunto que realmente protege ambientes complexos.
A Ayko Technology atua apoiando empresas na construção dessa estrutura: unindo estratégia, tecnologia e operação para garantir disponibilidade, visibilidade e resposta rápida a incidentes.